Tecnologia e dados em serviços financeiros: o combustível da retomada

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin

Está chegando ao fim o ano que provavelmente foi o mais desafiador do século para a humanidade. A pandemia da covid-19 exigiu mudanças profundas na sociedade e na economia, impondo medidas de distanciamento social para a população e fechando as portas de estabelecimentos praticamente da noite para o dia.

A crise foi devastadora para diversos negócios, cortando boa parte do faturamento de empresas dos mais variados setores, principalmente as pequenas e médias, resultando inclusive no encerramento das atividades de muitas ao redor do país.

Diante desse cenário adverso, a busca pelo crédito naturalmente cresceu, dificultando o acesso do empresário a recursos para socorrer seu negócio. Uma pesquisa do Sebrae feita em abril, no começo da crise, apontou que 60% dos pequenos empresários tiveram seu pedido de empréstimo negado pelos bancos.

Como consequência dessa conjuntura, funcionários de empresas também foram impactados. De acordo com informações do Banco Central divulgadas em maio, apenas 1% do orçamento destinado ao financiamento de folhas de pagamento, o que equivale a 413,4 milhões de reais de um total de 40 bilhões de reais, havia sido emprestado.

Noticias Exame

Assine a nossa newsletter